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Articulos & Filosofia – A Língua do Justo

No século XVIII, a língua era chamada a chave dos segredos.

Aquela excelente chave, que deve sempre falar tão bem na ausência de semelhante como na sua presença; e quando não possa fazer com honra, justiça e retidão, que adote a virtude, que é o silencio.

Esta introdução fornece conselhos valiosos que nos ajudam a controlar nosso modo de falar.

Mostra que palavras faladas têm consequências, e também podem revelar muito às qualidades de quem as profere.

Quem trama maldades causa dor e sofrimento para si mesmo. Por outro lado, os que aconselham a paz obtêm o contentamento de fazer o que e direito.

Devemos saber quando falar e quando ficar calados.
Ela encobre conhecimentos por evitar e exibir o que sabe.
Antes e discreto em mostrar o conhecimento que tem.

O estúpido, ao contrário, é rápido no falar e revelar logo a sua tolice.

Portanto, que as nossas palavras sejam poucas e que nos refreemos de usar a língua para nos gabar.

Há muitas ansiedades e preocupações que podem sobrecarregar o coração com tristeza.

O que é preciso para aliviar o fardo e alegrar o coração? É aceitar uma boa palavra de encorajamento de alguém compreensivo.

Contudo, e primeiramente, é prudente ouvir Deus, em nosso coração. Aquele que ensina aos homens, o conhecimento, o amor, a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade.

Marcos Cantarani